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A IMPORTÂNCIA DO CHIP
Quando nos responsabilizamos pelo cuidado de um cão devemos fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para o seu bem-estar. Isto inclui oferecer-lhe a segurança que precisa e que, obviamente, merece.
A prevenção é sempre necessária, mas ainda é mais para aqueles que realizam actividades ao ar livre e costumam viajar com os seus mais fieis companheiros.
É inofensivo e não incomoda. O microchip está incluído numa cápsula de vidro com uma espessura de um grão de arroz e um comprimento de um centímetro e meio que o veterinário “injecta” sob a pele do pescoço o qual identifica permanentemente o animal com um número único de microchip mundial de 15 dígitos.
A sua resistência faz com que dure para sempre, identificando sem alterações e sem engano o cão. Os dados associados ao identificador do animal podem ser alterados por um veterinário: mudança de endereço, de proprietário, etc. É uma forma económica de garantir a tranquilidade na família perante uma perda que nunca é desejada. Costuma fazer-se a partir dos três meses, coincidindo com a vacinação contra a raiva.
Evita usos indevidos do pedigree do animal permitindo o “cruzamento” das suas origens. A identificação com o microchip ajuda as pessoas responsáveis a identificar a procedência do cão e assim poder detectar qualquer irregularidade na qual podiam cair alguns supostos criadores/vendedores. Em Portugal é OBRIGATÓRIO o microchip em todos os cães nascidos depois de Julho de 2008.




















